Técnicos da Embrapa e da Emater/RS-Ascar estiveram nos municípios de Santo Cristo e Nova Candelária

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Visando o intercâmbio de conhecimentos a respeito da suinocultura, um grupo de profissionais formado pelos pesquisadores da Embrapa Suínos e Aves, de Concórdia (SC), Ricardo Steinmetz e Evandro Barros, acompanhados dos assistentes técnicos regionais da Emater/RS-Ascar Ivar Kreutz e Marco André, realizou um roteiro de visitas técnicas em suinocultura nos municípios de Santo Cristo e Nova Candelária.

A atividade está inserida na proposta de cooperação técnica firmada entre as duas instituições, que objetiva a capacitação e a transferência de tecnologias no âmbito da suinocultura.
O plano de trabalho discutido para a região de Santa Rosa compreende o manejo de água e dejetos suínos, produção de suínos em família (sem uso preventivo de antimicrobiano e criação dentro dos preceitos de bem-estar animal) e os biodigestores como fonte de aproveitamento do potencial de geração de energia existente nas propriedades de suinocultura. Também pretende enfocar com colegas e produtores, aspectos relativos ao custo de produção. As informações devem ser validadas por meio de unidades de referência tecnológica (URT’s) instaladas em propriedades rurais.

No município de Nova Candelária, o grupo foi recebido pelos técnicos da Emater/RS-Ascar, Elir Paulo Pasquetti e André Weber pelo Secretário da Agricultura Mário Schneiders e o engenheiro agrônomo Jandir Ehthal. Os técnicos da Embrapa, Emater/RS-Ascar e da Prefeitura reuniram-se para discutir ações voltadas à suinocultura e ao meio ambiente.

Na oportunidade foram planejadas ações que serão desenvolvidas na propriedade da família de Pedro Bruinsma, ao longo dos próximos dois anos. Dentre elas, destacam-se o monitoramento da qualidade da água de consumo na propriedade, monitoramento das águas do Rio Reúno, análise da composição dos dejetos dos suínos, monitoramento da fertilidade do solo e da produção e produtividade das culturas.

Definiu-se como ações imediatas, a realização das análises das águas do reúno e de consumo na propriedade, a cada dois meses, bem como a análise de composição dos dejetos dos suínos e do solo.

A partir das informações obtidas no decorrer deste trabalho, será possível analisar se as atividades produtivas desenvolvidas na propriedade oferecem ou não riscos de contaminação das águas e dos solos, além de avaliar o potencial fertilizante dos dejetos dos suínos na produção das pastagens e do milho. Estes resultados serão apresentados aos produtores através de dias de campo.
As informações são da Emater/RS-Ascar.

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