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Deputado João Rodrigues (PSD-SC) é preso em aeroporto em SP
08/02/2018 - 22h00 em Polícia

João Rodrigues. Foto: Gustavo Lima/Câmara dos Deputados.

O deputado João Rodrigues, do PSD, foi preso nesta quinta-feira (8) no aeroporto, em São Paulo, e levado pra cumprir pena em Porto Alegre. João Rodrigues foi condenado em segunda instância. Ele entrou com recurso no Supremo Tribunal Federal pra não ser preso até que todos os recursos se esgotassem. Mas o pedido foi negado.

Sem algemas e escoltado por agentes, o deputado João Rodrigues, do PSD de Santa Catarina, deixou a delegacia do Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos no final da tarde.

Ele embarcou num voo comercial para Porto Alegre, onde vai começar a cumprir a pena em regime semiaberto.

Em 2009, Rodrigues foi condenado em segunda instância por fraude e dispensa de licitação quando era prefeito da cidade de Pinhalzinho, em Santa Catarina.

Na terça-feira (6), a primeira turma do STF negou um recurso do próprio deputado e determinou a execução provisória da pena. João Rodrigues estava com a família em Orlando, nos Estados Unidos.

Ele tinha uma passagem de volta para o Brasil marcada para esta quinta-feira (8) e pegaria um voo direto para Campinas, interior de São Paulo. Mas na terça-feira (6), às 19h32, ele comprou outra passagem com destino a Assunção, no Paraguai, com conexão na Cidade do Panamá.

A mudança de planos aconteceu poucas horas depois que o Supremo Tribunal Federaldecidiu que ele deveria ser preso imediatamente.

Num vídeo publicado cedo nesta quinta (8) numa rede social, o deputado justificou a mudança da passagem. “Por que que mudamos? Porque eu chego no aeroporto em São Paulo certamente a imprensa toda estaria lá e eu quis evitar um constrangimento da minha família”, disse.

Mas, a Polícia Federal disse que o deputado contou uma história diferente no balcão da companhia aérea em Orlando: disse que ficaria quatro dias no Paraguai e só depois voltaria de carro, direito para Santa Catarina, onde mora. A Polícia Federal considerou isso uma manobra para evitar a prisão, já que pena de cinco anos e três meses imposta ao deputado iria prescrever na segunda-feira (12).

Fonte: Jornal Nacional/G1

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